O mundo dos negócios passa por transformações sem precedentes. Fusões e aquisições, alianças estratégicas, cooperação entre empresas. O ambiente mutável transforma-se a cada segundo. Neste cenário, é imprescindível fornecer aos seus colaboradores, subsídios e ferramentas para que possam analisar, interpretar e identificar ameaças e oportunidades, criando barreiras ou facilitadores.
Com base nestas premissas é que Marcos Morita, mestre em administração de empresas, professor de planejamento estratégico da Universidade Mackenzie e executivo há mais de quinze anos em multinacionais, apresenta seu trabalho.
Palestras e treinamentos customizados para a realidade de cada empresa farão com que sua equipe saiba como, quando e quais informações coletar, elaborando perguntas e interagindo de maneira inteligente com o mercado, clientes e fornecedores.
Entre em contato com o professor Marcos Morita e entenda de que maneira a teoria, conjugada à experiência podem trazer benefícios ao seu negócio.
I. Conheça quem está contratando:
Atuei um longo período como executivo em empresas como Dupont e Motorola. Só nesta última permaneci por mais de dez anos, ocupando diversas posições gerenciais seniores nas áreas de desenvolvimento de novos negócios, vendas diretas e canais de vendas.
Sou administrador de empresas pela FEA-USP, pós-graduado pela EAESP–FGV e mestre em estratégias empresariais pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Professor associado da Universidade Mackenzie e professor convidado do IESDE em Curitiba. No momento me habilito para atuar como professor tutor de EAD na FGV.
Ministro as disciplinas de Planejamento Estratégico, Tópicos Avançados em Administração, Pesquisa de Marketing, Teorias de Administração Contemporânea e Marketing de Serviços.
Escrevo artigos nos quais relaciono temas factuais com estratégias de marketing e empresariais. Recall da Toyota, compra da Cadbury pela Kraft e Quattor pela Braskem, Grupo JBS-Friboi, Casas Bahia e Pão de Açúcar foram alguns dos temas abordados. Diversificação, integração, fusões, aquisições, alianças, ciclo de vida do produto, extensões de linha e poder de barganha algumas das estratégias relacionadas.
Artigos e entrevistas foram publicados em diversos veículos: Revista Exame, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Globo G1, Portal Abril, R7, Correio Braziliense, HSM, Diário Catarinense, Gazeta do Povo, Jornal do Brasil, Endeavors, Record News, CNT, Canal Rural, Radiobrás e CBN João Pessoa e Brasília.
Como palestrante e consultor em treinamentos, atuei em empresas nacionais e multinacionais, universidades e semanas de empreendedorismo, no Brasil e América Latina.
Os artigos, assim como os comentários e entrevistas a rádios e emissoras de TV, podem ser visualizados no meu site: www.marcosmorita.com.br.Um rápido histórico profissional e acadêmico
II. A verdadeira palestra não começa nem termina no palco:
Como executivo assisti e contratei diversos palestrantes – astros do esporte, artistas globais, recordistas de feitos notáveis ou donos de estórias de superação, os quais invariavelmente utilizavam a mesma apresentação – slides, palavras e exemplos, com pouca ou nenhuma relação com o negócio da empresa.
Acredito que uma palestra deva conter alguns ingredientes básicos para o sucesso:
Para isso desenvolvi uma metodologia de 4 passos, esquematizada abaixo:
4 Passos para uma Palestra de Resultados
III. Como não chamar Motorola de Nokia
Assisti a um palestrante contratado a peso de ouro chamar a contratante Motorola de Nokia por mais de uma vez, demonstrando sua falta de envolvimento com o negócio do cliente.
Entender a empresa – cultura, produtos, serviços, concorrentes e mercados são essenciais para envolver-se verdadeiramente com o cliente. Tenho este vício há anos e não consigo fazer diferente.
Nesta etapa utilizo os mesmos princípios aplicados na pesquisa de marketing – coleta de dados secundários e entrevistas com especialistas.
Os dados secundários, obtidos através de sites, associações, blogs, twitter, redes sociais e canais especializados são utilizados para traçar um perfil inicial da empresa, concorrentes, consumidores, fornecedores e produtos substitutos.
De posse destas informações, rápidas entrevistas são conduzidas com gerentes e diretores, validando o cenário elaborado.
Contextualizando Mercado e Empresa
IV. Falando a mesma língua – descontruíndo a torre de Babel:
Quem já assistiu a uma palestra em outra língua, certamente teve dificuldades para entender piadas e estórias locais. O mesmo pode ocorrer quando exemplos de outras indústrias e mercados são utilizados.
Desenvolver uma palestra personalizada é o mesmo que preparar um sanduíche artesanal. Talvez demore um pouco para ficar pronto, mas o sabor e o prazer são incomparáveis aos arcos amarelos.
Aprovar as informações obtidas no mercado com os gestores da empresa, alinhando o discurso a ser repassado aos colaboradores é a cereja do bolo.
Agora só falta motivar os funcionários. Uma competição de perguntas e respostas é uma boa estratégia para motivá-los, preparando-os para a palestra.
Depois de todas estas etapas é chegada à hora. A chance de sucesso aumenta em cada etapa do processo. Premiar os ganhadores da competição é também uma boa estratégia.
Personalizando a Apresentação
V. Não adianta oferecer filé mignon para vegetariano
Até a melhor palestra perde sua inércia em alguns dias. Uma notícia de demissão, resultados ruins de vendas ou aquele cliente chato são poderosos instrumentos de desmotivação.
Para aproveitar o momento uma avaliação se faz necessário, levantando os assuntos de interesse dos colaboradores, despertados já na fase pré-palestra. Esta é a vantagem de uma palestra com conteúdo, ter sobre o que avaliar, além do palestrante.
Um relatório é enviado à empresa, segmentado por níveis hierárquicos e departamentos. Os interesses certamente irão variar na estrutura organizacional, tanto na horizontal quando na vertical.
Com conteúdo personalizado e dirigido as suas necessidades, os participantes irão sentir-se motivados a participar da próxima etapa.
VI. Não vale a pena estudar tanto:
Como professor não posso e não digo esta frase aos meus alunos, porém para profissionais, executivos e empresários tempo significa mais que dinheiro. Dedicação ao trabalho, a família e amigos por exemplo.
Aprofundar assuntos que farão a diferença para o colaborador e a empresa deve ser o objetivo do pós-palestra. Chega de treinamentos enfadonhos!
É com este objetivo que sugiro a utilização de ferramentas ágeis e atuais, maximizando o tempo e o aprendizado. A criação de fóruns para discussão de assuntos por grupos pequenos agiliza o aprendizado. Utilizar blogs, chats e twitter agiliza, prepara e consolida os conhecimentos.
Acredito ter passado a mensagem sobre minha metodologia. Vamos então aos temas.
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